trago à alma, a agulha que sutura,
e domestica a forma em vão mosaico

visto-me do corpo beatificado,
pelo afago que redime,
e me faz liberto

quando flerto com colibris,
sinto fome pela carniça
dos urubus,

espelhando-me à glória dos vermes
invisíveis,

aqueles que abrem os portais da eternidade,
até nos consumir

trago à pele o olhar que ao outro sonda,
trago-me luz, subo na cruz,
vem me cantar!!!

trago à alma, a agulha que me ametronda





Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

labirinto-me

telefonema ao pai